Filho homossexual e uma mãe prostituta, uma experiência barra-pesada que nem o espiritismo conta

Filho homossexual e uma mãe prostituta, uma experiência barra-pesada

Calma! Eu sei que parece mas não se trata de roteiro erótico de filme pornô dos Xvideos, é a minha vida mesmo. Eu sou literalmente um filho de uma puta tendo uma “vida sexual” de uma freira.

A minha mãe sempre foi prostituta, na sua juventude ela morava em locais interessantes em Santos, Rio de Janeiro e São Paulo, eu as vezes até achava que a minha mãe lembrava um pouco o Pelé, as vezes acho até que são irmãos sem saber…

Enfim, depois que eu nasci ela já não conseguia mais morar em locais normais, era só cortiços, malacões ou ir morar na rua. Desde pequeno eu tinha motivos de sobra para ter um complexo de inferioridade gigantesto: sempre morando em cortiços , lugares lotados de elementos estranhos e eu sonhando em ser rico e morar em prédios como aqueles da rua Franz Schubert, coitado de mim! Coitado! Sempre gostando daquilo que não pode ter. Parece um carma de Satanás!

Eu sabia que a minha mãe era prostituta desde muito cedo, como eu não via nada, tinha uma visão romântica deixava pra lá.

É de costume de toda dona de casa ficar fazendo planos para o que comprar para dentro de casa com o dinheiro que sobra. Mas no nosso caso acontecia algo surreal: a minha mãe saia na rua comigo dando as mãos pra mim e pensando alto a quantidade de dinheiro que ganharia e como gostaria mas de uma forma muito grotesca, exatamente dessa forma ela pensava alto:
“–Uma chupetinha, dá 50, dá pra comprar café”
“–Quatro chupetinha dá pra interar pra pagar o aluguel”
“–Duas chupetinhas , o livro escolar dele…”
E assim por diante, a minha mãe usava “chupetinha” como se fosse um tipo de unidade de medida. Meu pai!

Um dia eu perguntei curioso o que era “chupetinha” que ela tanto falava, ela ria e falava das chupetas na farmácia, eu não entendia nada e deixava pra lá!

As mulheres adoram falar de quanto é traumático quando um homem tenta alguma coisa sexual sem o consentimento delas, mas o trauma que elas imprimem no imaginário masculino, isso elas não lembram ou se quer fazem questão de refletir sobre.

Eu já gostava de homens sei saber direito o que era, quando eu via as minhas botas infantis que eram réplicas de botas masculinas adultas, eu já me sentia excitado a ponto de querer sentar nelas, isso eu tendo três anos de idade, pasmem!

Bom, voltando aos meus 7 anos de idade, a minha mãe sempre ia se prostituir a noite para comprar comida, pagar parte dos meus materiais escolares e dever o aluguel sempre acima das nossas possibilidades. Tinha madrugadas que minha mãe voltava 4 horas da manhã pra casa e eu pensava que ela tinha morrido, fica ouvindo na rádio Eudorado a música do PH.D – I Won’t Let You Down, quase chorando imaginando que minha mãe saiu e que havia morrido, eu ficava trancado em casa e sempre estava dormindo quando ela saia, acordava e não tinha ninguém.

Minha mãe voltava na maioria das vezes nervosa por não conseguir ganhar nada ou ganhar muito pouco.

Minhas roupas eram só roupas de doação dos outros, de loja mesmo minha mãe só comprava de dois ou mais anos um tênis feio que era a única coisa que dava, usava todo dia o mesmo sapato para ir pra escola. Minhas roupas eram furadas, rasgadas.
As minhas paixões por homens já existia mas era por atores de filmes bem distantes da minha realidade como o mocinho do seriado Homem Aranha que passava na TV Manchete.

Um dia eu briguei com minha mãe, briga comum entre mãe e filho e a chamei inocentemente de feia, ela me respondeu que tinha muito menino de 15 anos que dava uma foda bem dada com ela na rua e não a achava feia! Desse dia em diante eu passei a ter nojo, vontade de vomitar da minha mãe.

Enquanto isso, eu? Ninguém aí pra mim. Mas tudo bem, eu achava que por ser novo, era normal, eu gostava das pessoas e não se preocupava se ia ser correspondido ou não, eu nem sabia o que era muito bem isso, simplesmente eu gostava e ridiculamente achava que teria uma chance se o amor da minha vida me conhecesse. Era algo puro. Eu não sabia o que era ser gay e que nessa sociedade o quando pessoas como eu estavam em quarto plano.

Fomos despejados do local onde morávamos, eu já havia até perdido a conta de quantas vezes nós havíamos sido despejados. Só sei que o primeiro lugar que isso ocorreu e que eu tive conciência foi no lugar que eu morei e que fui pela primeira e última vez feliz na minha vida, ali na rua Ceará entre Higienópolis e Pacaembu, na época os prédios não eram todos enjaulados, algumas pessoas ricas na rua tinham os filhos menores fazendo aniversário e nos convidavam mesmo sem nos conhecer, não tinha esse medo que impera hoje em dia no Brasil. Existia pureza e confiança.
Aos domingos minha mãe andava poucos metros da nossa casa e já estávamos em perto do estádio do Pacaembú, ali eu avistava a torre do SBT na Afonso Bovero que está lá até hoje, era tão bom, eu tinha uns 4 anos, achava que a vida ia ser aquilo pra sempre. Só de lembrar eu começo a chorar.
Minha mãe tinha discussões e brigas com o dono da casa e no fim acabamos despejado a casa foi demolida e hoje o local tem um prédio por cima! A árvore espinhuda que havia ali perto e que eu costumava brincar com ela, fiquei sabendo que em 2018 foi derrubada, é de cortar o coração!

Pois é, voltando para os meus 11 anos, nós morávamos em mais um local onde estávamos devendo como sempre, era um hotel na rua augusta que era cuidado por bandidões barra-pesada, o chefe deles também gostava da minha mãe, ali também tinha uma família com vários irmãos, minha mãe se engraçou com um deles que parecia um índio tinha namorada, ela falava que ele era namorado dela e como sempre eu tinha que ENTENDER, eu a ouvia dando detalhes do que ele fazia na cama com ela às suas amigas. Ela adorava dizer que ele a pegava no coloco e a jogava pra cima. Que podre! Enquanto isso, eu o viado, sem ninguém!

Mesmo pequeno, eu só me interessava por meninos na escola que eram sempre hetero, os meninos mais delicadinhos e gays, eu só os tinha como amigos, nunca me interessava por eles. Parece que era pra eu ter nascido mulher mas dei azar.

Bom, fomos despejados do tal hotel, afinal, mesmo o dono dele sendo simpático à minha mãe, negócios, negócios, amizades à parte. Fomos morar então num malocão horrível, um predio abandonado horrível perto da Nove de Julho. Foi o pior lugar que eu já morei na minha vida!
Era o famigerado “Predinho da Barata Ribeiro”.

Lá um bandido vendia para o outro o que chamavam de “barraco”, apartamentos invadidos, quem quisesse colocava água e luz roubada dentro de casa pagando para alguém por. As escadas eram escuras, não havia elevador funcionando, o corredor do térreo era cheio de água empoçada com fezes , ratos e moscas, um vento gelado cheirando fezes secas, pasta de dente, mijo com café e gás eram os cheiros predominantes. Quem não tinha água em casa, tinha que lavar lá em baixo, no chão nos becos escuros onde muita gente aproveitava também para consumir droga e transar.

Foi nesse prédio horrível que eu tive a experiência podre na minha vida de pegar minha mãe fazendo sexo com irmão do meio(15 anos) do presidiário que ela gostava. O cidadão era um ano mais velho que eu e estudava na mesma escola que eu. Conto essa história aqui.
Quando ia pra escola, o infeliz as vezes voltava mais cedo pra fica comendo minha mãe. Isso quando ele não dizia todo alegre que minha mãe quis dar banho nele a força com a própria mão. Um psicopata mesmo!

Era comum eu ir na escola e ao voltar, minha mãe sem saber que eu estava por perto, recebia comentários nojentos de outros moleques na rua e eu ficava escutando de longe, teve um que disse bem alto que queria meter a rola melada no rabo dela. O cara não sabia que eu era filho dela. Como senti nojo esse dia!

Nesses malocões, a mulher geralmente tem que se juntar a um bandido ou pelo menos ter a fama de ser amante de um, se não, a sua casa é arrombada e roubada todos os dias.

Viver nesse predio era horrível, quando a polícia não arrombava, os bandidos arrombavam ou nos roubavam dizendo que tinha tomado “emprestado”. Para se ter uma ideia, até hoje o meu trauma de gente batendo na porta vem dessa época, afinal, toda vez que alguém batia em nossa porta, tínhamos que esconder a televisão e os objetos de valores dentro do guarda roupas, afinal poderia ser um bandido querendo fazer a revista quando minha mãe não estava ou a polícia.

A minha mãe até que gostava do local, afinal um monte de bandido novo comia ela, inclusive os filhos da puta que moravam conosco de favor, sem falar que não precisava pagar água nem luz, embora todo mundo no bairro, nos enxergava, por morar ali, como mendigos mesmo.

Morava uma mulher casada em cima de nós, a minha mãe batia com o cabo de vassoura no teto para dizer que queria dar pra ele, na minha frente, eu achava aquilo podre, ainda por cima tinha que sair do meu quarto para emprestar a cama para eles, sim, eu dormia na mesma cama da minha mãe.

Depois a minha mãe tinha a pachorra de dizer que estava triste por eu não aceitar o amante dela tendo caso às escondidas com ela, que nojo! E eu o viado, ia tendo que aceitar toda sorte de humilhação, enquanto isso, eu sonhava que alguma paixão minha poderia ser realizada, claro, com 15 anos, a gente acredita nessas besteiras, ainda mais eu, um gay que não sabia ainda o mundo não era desenhado pra mim mas sim para a minha mãe e as pessoas ao meu redor.

Anterior a esse prédio, tinha uma casa onde minha mãe morava, ela transava na porta com os caras enquanto eu estava no quarto, eu escutava o barulho, o cheiro, tudo e tinha que ficar petrificado de medo e nojo na cama, afinal, se eu saísse do quarto e fossem em direção à porta, teria uma experiência horrível!

A minha mãe sempre vivia tempos de falta de dinheiro como eu disse acima, prostituição não dá dinheiro para manter uma vida quando você não é mais nova e quando os locais de sua prostituição não são de elite.

A única alegria financeira que eu e minha mãe tínhamos era quando um cliente que chamarei de Mimi para não identificá-lo, saia com ela. Mimi era um milionário que vivia indo se divertir no jóquei clube e pagava a sua secretária para arrumar mulheres no perfil da minha mãe para realizar fantasias eróticas para ele. Mimi sempre procurava a minha mãe mas a sua secretária sempre dava um jeito de impedi-la de chegar perto dele, a secretária ganhava uma comissão por mulher apresentada, logo se minha mãe fosse direto ao Mimi, ela não ganharia nada.
Mimi vivia andando de Mercedes nos Jardins e Higienópolis, a sua tara era que uma mulher negra e de bunda grande o roubasse e o sequestrasse de mentirinha, a candidata a sair com Mimi tinha que ser bunduda, negra e de preferência ter a calça velha cheirando buceta, um pouco além do normal.
Minha mãe dizia que Mimi parecia um pouco, fisicamente, com o Jô Soares. Enfim, quando esse cara passava, ele dava uma quantia alta de dinheiro para a minha mãe e dava para por em dia muitas dívidas e comprar materiais escolares pra mim, alem de dar pra compra um sapato…

Como tudo que é bom, se afasta, a secretária de Mimi, deu um jeito de não deixar minha mãe chegar mais perto dele.

Depois de alguns anos com a minha mãe puta, fomos morar em mais uma casa que não teríamos condições de arcar, minha mãe sempre foi em relação ao aluguel dos imóveis, igualzinha ao seu Madruga do seriado Chaves, tanto é que o personagem, até hoje quando o vejo na TV me dá depressão. Eu já estava gostando do Sol, tinha 20 anos, tinha levado o meu primeiro fora, enquanto isso minha mãe montou nessa casa um barzinho, o barzinho funcionava e fechava as vezes para a minha mãe e as amigas que ela havia contratado como “mulheres alegres” transarem com os clientes. Quando não fechava, minha mãe ficava falando bem alto , na rua, com o som ligado, sobre o novo “namorado” dela, um motoboy entregador da China in Box cheio de irmãos, ela falava com a sua amiga o que ele fazia sexualmente com ela. Eu ia na janela e escutava sem querer. Que nojo!
As vezes o infeliz ia lá de dia, bater à porta todo alegre perguntando da minha mãe, e eu tinha que atender, o cara tinha uns 23 anos. Enquanto isso, eu anotava tudo o que escrevo nesse blog, num caderno universitário, internet muito mal existia e blog não era algo conhecido, a conexão era discada. O cara sempre batia lá procurando a minha mãe enquanto namorava com outra, foi nessa época que eu revelei pra minha mãe que eu era gay devido ao programa Chupim da rádio Metropolitana me inspirar a fazer isso de forma bem humorada, contei, me assumi e minha mãe logo se achou no direito de falar dos casos dela pra mim. Me arrependi!

Porra! Eu estava sofrendo por não ter ninguém, por ter levado um baita de um fora de um menino lá do colégio Mackenzie e minha mãe queria se abrir comigo contando dos meninos 50 milhões de anos mais novos do que ela, pra mim. Porra! É falta de sensibilidade! Se eu sei que eu tenho um amigo fodido sem dinheiro e nada, eu não vou ficar contando a ele o quanto o dinheiro vem fácil na minha vida! Nunca!

Foi podre! Minha mãe sempre foi mestre em fazer as coisas erradas nas minhas costas. Sempre ela dava um jeito em um momento que eu estivesse sem malícia na mente, de me distrair, e ir dar pra algum filho da puta qualquer. Enquanto isso, eu, mais virgem do que Jesus Cristo!
Tinha um velho de olho claro, dono de uma banca de jornal na Amaral Gurgel , aquele velho todo dia vinha bater na minha porta perguntar se a minha mãe estava, sempre que ela não estava lá, ele vinha bater à porta de dia. Ok, eu nem ligava.
Um belo dia, minha mãe me levou lá no bar de putaria dela e eu como toda gay, estava gostando de ouvir minha diva no som alto, na época a Celine Dion, dentro do bar fechado enquanto bebia o que quisesse. Fiquei feito um besta ouvindo Celine lá, aí eu me lembrei que havia deixado outros CDs no quarto para ouvir, na época na internet, só se ouvia música via Napster e mesmo assim, só os computadores tops conseguiam, o meu não, eu tinha que usar CD mesmo. Então eu fui lá em cima no meu quarto pegar o CD, quando abri a porta discretamente e vi aquele velho na sala, sem a dentadura, com o pau muxo e enrugado na mão pra fora se preparando pra sabe-se lá o que! Pronto!
Entendi tudo! Aquele velho não tinha intimidade para entrar na nossa casa, não era conhecido de ninguém, de repente estava ele lá na sala quase se masturbando! Eu não abri a porta para ele.
Nem preciso contar que era mais uma obra da minha mãe, não é?

Depois nos mudamos para um apartamento numa boca do lixo na Bela Vista, tinha um cara lá de uns 21 anos que eu ensinei um pouquinho de informática básica pra ele, um dia fui na força sindical de madrugada procurar emprego lá na Liberdade, eu saia de madrugada e só voltava a tarde para não achar na maioria dos casos, emprego. Então descobri que o tal rapaz que manteve relações sexuais no meu colchão com a minha mãe enquanto eu estava penando na rua procurando emprego de madrugada. Que nojo!

Depois as mães ficam reclamando da toalha suja do filho jogada, da sujeira na casa enquanto na realidade, elas não ligam quando estão chupando pau de homem muito mais sujo e cheio de doença por aí!

O pior, a minha mãe sempre gosta de trazer à tona as gírias e hábitos dos jovens que eram meus “amigos” com quem ela se achou esperta de sair com eles escondido, aquele lá que tinha irmãos bandidos e que tinha 15 anos, transava com a minha mãe falando que sentia muita “drenalina” (pronunciado propositalmente errado) por estar me sacaneando e que ele gostava de mamar “peitchu” (peito pronunciado com sotaque nordestino).
Então vira e mexe, até hoje, com quase 80 e poucos anos, minha mãe, quando vê qualquer esportista fazer algum esporte radical , ela fala: homem gosta de “drenalina” né? E qualquer coisa estranha que um homem faça e que é noticiado, ela faz questão me justificar, sem eu pedir, usando os termos que o avagabundo que comeu ela usava para lembrar
dele: Ah! É porque “homi tem muita drenalina” , né? Putz! Que nojo! Isso quando cisma de falar “peitcho” , as mulheres poderão achar engraçado, mas pense, se as mesmas palavras fossem usadas por um estuprador em cima de uma filha menor sua e depois de 1000 anos você escutasse esses mesmos termos de novo, você acharia engraçadinho ouvir?

Ah, recentemente o cara que comeu ela quando eu tinha ido procurar trabalho, apareceu aqui perto e ela falou toda feliz: “Ah adivinha quem eu vi? O filho do fulano!”
Depois tem gente que quer que eu seja bondoso, faça caridade e pare de pintar que a minha vida é infeliz, tem gente que acha que minha vida não é infeliz não, é tudo invenção literária minha… Pois é.

Enquanto isso, eu tive alguém?
Alguém que eu gostei, teve algum carinho por mim?
O povo só me manda gostar de gente que não me desperta nada: mulher e viado.
Se você gosta de mulher, ótimo, seja feliz gostando de. Se você gosta de comer e dar pra um viado igualzinho a você, seja feliz fazendo isso, mas EU NÃO SOU VOCÊ, eu sinto vazio, eu me sinto tapeado. Quando eu tenho me imaginar fazer sexo com outro gay, tanto masculino como afeminado, é a mesma sensação de tentar fazer sexo anal com a minha própria mãe, não dá ! Não desce! E tem gay e mulher que não tem a mínima empatia de se coloca no meu lugar, imaginar a situação, apenas vêm por aí nas redes sociais vomitarem aquilo que acham: ah, ele não gosta de gay porque é homofóbico! Dá vontade de virar pra um bicha dessas e dizer: ah vem cá, e tu não gosta de mulher porque tu é MISÓGINO! Bora lá te denunciar pras feministas, seu safado!

Pimenta no olho dos outros é bom, no nosso arde, não é?

Bom, hoje minha mãe tem sequelas de um AVC, mal consegue andar, tem o menisco quebrado, os olhos estão perdendo a visão devido a uma pele que cresce por cima causando irritação, além disso o derrame cerebral causou paralisia de parte do intestino e com isso passou a ter hálito fecal, quando o vapor das fezes volta para a corrente sanguínea e sai pelos pulmões causando um hálito horrível, além de ter uma contagem enorme de glóbulos brancos no sangue. Mesmo assim ela pensa e gosta de assuntos envolvendo prostituição mas o corpo já não colabora tanto como antes, ou seja, o poder de humilhar dela, está se perdendo cada vez mais.

Eu continuo virgem, sem conhecer ninguém que eu goste e morando em malocão, porem com alguns trocos a mais, se eu for morar sozinho, minha mãe não terá como se manter, ou seja, minha mãe virou dependente de mim e adora falar das suas doenças.

Amor na minha vida não existe.

Então o conselho que eu deixo a gays adolescentes é: sua mãe não é perfeita ou a melhor pessoa do mundo, ela quer que você morra virgem e só ela tendo quem quer, talvez por causa dela, você tenha nascido com um sexo diferente. Mães assim, adoram dizer que querem filhos homens, pois é, de repente, de tanto querer um homem, uma menina acaba nascendo num corpo de homem, espiritualmente falando. Nunca leve “amiguinhos” homens adolescentes na sua casa, todo adolescente sonha em comer a mãe do amigo e a mãe muitas vezes é pedófila e também quer isso muito. A pedofilia praticada por mulheres é insentivada em nossa cultura, quando você menos esperar, o seu amigo hetero estará na cama da sua mãe sem você saber. Homem novo gosta de mulher velhoca! Cuidado! Nunca leve adolescente e homem hetero para a sua casa! Homem hetero não é amigo de ninguém, só deles, ou querem ganhar algo em troca ou querem comer alguma mulher que você tem contato.

E eu? Na casa do 50, sem nem nunca ter oportunidade de ter um amor puro, um selinho,
um beijo, quanto mais pegar alguém escondido…

3 thoughts on “Filho homossexual e uma mãe prostituta, uma experiência barra-pesada que nem o espiritismo conta”

  1. Oi eu gostaria de te dizer que eu sou um leitor seu a uns bons meses, gosto mto de como vc conta os eventos da sua vida e como se sente em relação as pessoas, eu me divirto bastante e me identifico. Eu não tenho como amenizar seu sofrimento mas quero que me considere como um amigo que sempre vai estar aqui para ler e saber o que se passa contigo💕

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