Eu queria ser como a protagonista reptiliana do clip Proximus

Eu queria ser assim, que nem a protagonista reptiliana do clipe de Mauro Picotto , Proximus: Chegar chegando nos homens que eu desejasse, sem enrolação, sem frescurinha, eu chego e me aposso do que é meu e não aceito “não” como resposta! isso é pra gay! Sem essa merda de correr o risco de ser rejeitado por ser , gay, do signo y, morador de X, portador da doença F e assim por diante, cheguei, pego, pronto e acabou, não dou bola pra torcida e vou atrás dos meus interesses, sendo senhora das minhas vontades, e dona de mim.

Quando você é homossexual, você cansa, a vida toda você tem que ficar calculando como olha, pra quem olha, em qual local vai poder andar ou não para não desagradar aos outros.

Sendo mulher, poderosa e reptiliana não! Onde eu chego qualquer idiota ficaria de boca aberta pra mim, sem aquele nhe nhe nhe se eu sou viado ou não, o cara já aceita logo de cara transar, pronto e acabou, quem gosta de mistério é detetive não eu.

E realmente o meu lado aprisionado de mulher dentro de mim é assim, altivo, imperioso e orgulhoso, não gosto de pedir licença não, se algo é meu, eu possuo e foda-se o resto!

Quer humildade? nasce como viado no Brasil, mas eu quero ser a reptiliana de Proximus. Prefiro ser uma pistoleira que tem o que quer do que um viado triste que todo cara que gosta o despreza mais do que jiló no final de janta.

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